quinta-feira, 22 de março de 2012

Maranata


Aquele que dá testemunho destas coisas diz: “Sim, venho em breve!” Amém. Vem, Senhor Jesus!” Apocalipse 22.20 




 


        Quanto tempo? A pergunta não é motivada por desespero, medo ou incerteza, mas por um anseio que nasce no lugar mais íntimo do coração, e jorra em palavras que expressam o desejo de viver, o quanto antes, o momento em que não haverá mais lágrimas, pois a alegria será plena. Em uma terra onde a dor foi exterminada e a morte chegou ao seu termo. O dia em que o pecado foi banido para o vale do esquecimento e a santidade não é mais um estilo de vida, mas a própria essência da existência. Quanto tempo mais, Senhor?
            Hoje cantamos a fé e a esperança que acalentamos no peito, musicamos orações que falam dos nossos sonhos e desejos... Em meio a melodias declaramos nossa adoração quando adentramos pelos átrios que nos levam ao Santo dos Santos, em uma caminhada que busca saciar a fome da alma, a sede do espírito; mas os que buscam àquele que é a Fonte da Vida (Isaias 44.03-04) esperam dias em que a peregrinação chegou ao seu fim, pois exultarão permanentemente diante do trono da graça! Quanto tempo, Pai, até que todo joelho se dobre e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor? Quanto tempo mais até que não sejam mais vistos pelas esquinas crianças mendigando migalhas de pão, velhos que chorem a espera de dias melhores, pobres que sofram com a injustiça e a indiferença? Quanto tempo, Senhor, para que as feridas sejam definitivamente curadas, e que cada pranto se converta em um amplo sorriso?
            Eu sei que esse dia, faustoso e festivo, está chegando, e breve se fará ouvir o som das trombetas, quando então as nuvens se dissiparão e o nosso Salvador será visto em esplendor e glória! Naquele dia o aleijado saltará de alegria e o mudo cantará louvores, o órfão encontrará seu pai e a noiva estará definitivamente nos braços de seu noivo... Maranata! Ora, vem, Senhor Jesus!

Pr. Euripedes Fraga

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher

Uma homenagem a todas as mulheres guerreiras de todos os quatro cantos do mundo......



"Sempre guerreira, mãe, amante e amiga.
Ela é a dona da casa, profissional, intuitiva.
Vê sem que a mostrem, escuta longe e sente perto.
Cuidas das suas crias, de seus amores e suas dores.
Sofre calada, ri quando está triste, só para não preocupar os outros...
Dá comida, abrigo, conselhos, dá a roupa do corpo se preciso for.
Ela é nosso socorro, nosso porto seguro, nosso norte
Ela é a muralha e a flor. A vida e a morte.
A mão que bate, afaga e constrói.
Ela é o amor incondicional, a ausência que dói.
Porque ela faz melhor, ela faz mágica, se divide em mil.
E tudo sai perfeito, na hora certa, porque ela é surpreendente.
Ela corre, batalha, cansa e sai linda do banho.
Ela tem uma força só dela, única, um poder escondido.
Ela têm muitas dentro dela...
Ela sempre tem a palavra certa, ela sempre dá um colo ás amigas,
ao filho, ao seu amor, ao seu cachorro... ela carrega o mundo!
Ela é amorosa, solidária, uma Deusa aqui na terra.
E ela é isso diariamente
Mesmo frágil, muitas vezes com medo
Ela têm dúvidas e inseguranças
Mas ela arrisca e ousa, ela vai em busca
E ela sempre alcança.
Porque ela é sempre ela
Ela é sempre grande
Sempre Mulher." 


Poema de Carolina Salcides

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...